sexta-feira, 17 de julho de 2009

But I'm still haven't found what i'm looking for

Por partes, acredito que a primeira coisa que preciso dizer é que acho que, finalmente, encontrei o que procurava. Esta frase é ridiculamente pretensiosa e eu não vou me ocupar em dizer que não deveria estar divagando a respeito disso mas é inevitável. Eu não me sentia bem com tanta correria, clamava aos quatro cantos que minha vida profissional era a quarta colocada na minha lista de prioridades e que não me parecia razoável, então, perder 80% do meu dia nela. Ratifico meus argumentos e poderia recheá-los ainda mais se minha vibe não tivesse mudado, Mas eu jamais poderia fazer isso agora.
Isso porque, de tanto reclamar e me questionar sobre meu caráter vaselina, futuquei, futuquei e encontrei sabe Deus aonde força para mudar de novo. Mais um ano se passou, mais um emprego ficou para trás. Por enquanto nenhum arrependimento, mas sim, muitas dúvidas.
Mais uma vez, poderia dissertar filosoficamente sobre todas elas, mas vou me ater a apenas uma que hoje me corroe o dedo mindinho: Vou eu me acostumar com tanta serenidade? Arrisco um bolão para saber aonde irá parar minha energia acumulada que 10 anos em um me fizeram acelerar. Volto a fumar? Comer? Academia? Insônia? Aposto meu cofrinho na última opção. Até porque são 1:45hs e cá estou eu, apostando com leitores que sequer tenho. Não gosto de riscos. Se aposto, só quando minhas chances são efetivamente altas.

3 comentários:

Litza disse...

Tem leitores sim! Que estavam de férias! Qual foi a mudançaaaaa? Tô curiosaaa!

ACSB disse...

Pois é, Dani... fui visitar os blogs que guardei e caí no seu, rs.

Como estou em situação semelhante, pois dei as costas pro Rio, pra nossa profissão e vim pro sul morar, de vez, te repasso abaixo uma reflexão que se encaixa em parte nos nossos momentos de vida. Aí vai... (antonio)


Para pensar:

O que é certo é que somos todos insatisfeitos, e isso é absolutamente necessário. O mundo contemporâneo é construído em torno da idéia de que temos desejos infinitos e extremamente variáveis. Então, somos insatisfeitos e devemos continuar sendo. Aliás, existem muitos aspectos positivos nisso, entre eles a capacidade de encontrar formas de adaptação a situações novas.

É óbvio que não podemos parar de acreditar na felicidade, mas o que importa é ter uma vida interessante, e para isso é preciso que ela seja intensa.

Por exemplo, se você perde alguém querido, o ideal da felicidade diz que você deve fazer o necessário para não sofrer, mas o que interessa é exatamente o oposto, é viver as experiências com a maior intensidade possível - sejam boas ou ruins. Se a vivência for ruim, é porque realmente está na hora de sofrer tudo o que aquele momento pede para ser vivido.

Aprender a amar não é perdurar no amor, mas vivê-lo como uma experiência rica.

Unknown disse...

ninguem tem contato seu!! mas vc tem q ir com o J. FOx, pô!!!

Amigos da FACHA 2004 a 2008,
Esperamos que todos compareçam no dia 04 de setembro (sexta-feira), a partir das 22h, na Badalo Lounge, na Barão da Torre, número 183, em Ipanema – a rua fica entre a Farme e a Vinicius. A entrada é R$10,00 (preço sem consumação)
É preciso que vocês confirmem presença até o dia 01 (terça-feira). Enviem seus nomes para pattyfmotta@gmail.com ou entre em contato: Patrícia (7859 – 2124) ou Marcelo (9647 – 8094), Jedi - 9611 4912
OBS: Namorados (as), maridos e esposas serão bem vindos.